Tecnologia & Ciencia – Urandir – Just True News

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<img class="croppable" src="https://img.r7.com/images/crianca-e-internet-17012020155856025?dimensions=660×360" title="Uso de celulares, tablets e computadores deve ser acompanhado de um adulto" alt="Uso de celulares, tablets e computadores deve ser acompanhado de um adulto" />
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<span class="legend_box ">Uso de celulares, tablets e computadores deve ser acompanhado de um adulto</span>
<span class="credit_box ">Pixabay</span>
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A tecnologia está tão presente no dia a dia das crianças quanto na vida de adultos e adolescentes. As habilidades para usar celulares, tablets e computadores são desenvolvidas desde muito cedo e com isso surgem brechas para a ação de cibercriminosos e até de pedófilos.</p>
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“O cérebro da criança ainda está em desenvolvimento e não tem condição de tomar decisões complexas ou de ter o controle total das suas atitudes. Por isso, os pais precisam monitorar o uso de equipamentos eletrônicos”, diz a psicopedagoga Ivone Regina Scatolin Serra.</p>
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Não existe um consenso sobre a idade ideal para começar a ter contato com a tecnologia. Ivone aconselha que os pais entreguem eletrônicos para os filhos a partir dos 13 anos e ainda que saibam os logins e senhas usados na internet.</p>
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“Os pais precisam acompanhar de perto o uso da rede pelas crianças, porque os riscos são grandes, como <em>ciberbullying</em>, pedofilia, assédio e roubo de informações pessoais”, explica a psicopedagogia.</p>
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A ação de cibercriminosos pode acontecer até mesmo em jogos online ou mesmo em aplicativos oficiais de rede sociais.</p>
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"O criminoso pode usar um perfil falso para simular ser um usuário jovem e assim conquistar a confiança da vítima. As crianças podem não ver maldade em determinadas aproximações e por isso são alvos fáceis", explica Daniel Barbosa, especialista em segurança da informação da ESET, empresa de cibersegurança.</p>
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Algumas plataformas oferecem recursos próprios que ajudam pais e responsáveis a saberem quais conteúdos estão sendo consumidos pelas crianças e também bloquear determinados acessos. Essa é uma das maneiras de proteger as crianças, mas não deve ser a única. </p>
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O especialista em segurança digital afirma que as crianças precisam ser orientadas sobre os riscos que estão correndo na rede. Assim, elas podem identificar algo que está errado e reportar para um adulto. Caso contrário, pode acontecer o envio de informações pessoais, fotos e dados bancários de familiares, por exemplo.</p>
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Ao identificar qualquer crime virtual, é necessário reunir o maior número de provas para ajudar nas investigações e também a identificar o autor.</p>
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"A primeira medida é preservar a conversa ou a postagem feita na rede social em um <em>print</em>. Além disso, é necessário copiar a URL, o endereço, do perfil do suspeito e da publicação. Em seguida, esse material deve ser levado até uma delegacia para fazer um boletim de ocorrência", orienta Leonardo Magalhães Avelar, advogado criminalista do escritório Cascione.</p>
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Além da pedofilia, outros crimes comuns na internet são estelionato e crime contra a honra, como calúnia, difamação e injúria. </p>

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fontes: Urandir News & Record Tecnologia www.r7.com