Tecnologia & Ciencia – Urandir – Just True News

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<img class="croppable" src="https://img.r7.com/images/geleira-descolando-13022020151134835?dimensions=660×360" title="Esse tipo de descolamento é chamado de ‘calving’" alt="Esse tipo de descolamento é chamado de ‘calving’" />
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<span class="legend_box ">Esse tipo de descolamento é chamado de ‘calving’</span>
<span class="credit_box ">Divulgação/Copernicus </span>
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A Agência Espacial Europeia (ESA) detectou, durante o final de semana, um bloco gigante de gelo se descolando da Costa Glaciar de Pine Island, situada na Antártida. A costa está em uma região sensível que, caso se derreta, segundo a agência espacial, pode aumentar o nível do mar em 1,2 metro.</p>
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O tamanho total do bloco é de 310 mil quilômetros quadrados, um tamanho maior do que o estado de São Paulo e todo o Espírito Santo juntos. Diferentemente, do<a href="https://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/iceberg-5-vezes-maior-do-que-sao-paulo-esta-a-deriva-na-antartida-07022020"> <strong>Iceberg A68, que se descolou na última semana</strong></a>, este não ficou inteiro e se repartiu em diversos pedaços menores.</p>

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A ESA publicou um vídeo que mostra a movimentação da geleira de fevereiro do ano passado até o dia 10 de fevereiro deste ano. São 57 imagens capturadas que permitem a visualização da quantidade enorme de gelo adentrando o mar.</p>

<div class="media_box embed network_box" data-name="playbuzz"><iframe src="https://giphy.com/embed/h4CPj1Z0R0pCyQMnlG" width="480" height="270" frameBorder="0" class="giphy-embed" allowFullScreen></iframe><p><a href="https://giphy.com/gifs/europeanspaceagency-esa-pine-island-glacier-earthobservationesa-h4CPj1Z0R0pCyQMnlG">via GIPHY</a></p></div>

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"Pine Island, em conjunto com seu vizinho Thwaites Glacier, conectam o centro da manta de gelo da Antártica. Elas vêm perdendo gelo há 25 anos e são monitoradas desde 1990. A partir desse período, o derretimento aumentou muito chegando a marca de 10 metros por dia", explica a ESA sobre o aquecimento global.</p>
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O Instituto Copernicus que monitora as geleiras por meio do satélite Sentinela 1 alertou, no dia 6 de fevereiro, que o rompimento da geleira estava próximo.</p>
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<div class="media_box embed network_box" data-name="twitter"><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">The Pine Island glacier in <a href="https://twitter.com/hashtag/Antarctica?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Antarctica</a>  has finally calved, creating many large icebergs! <br><br>Check out these <a href="https://twitter.com/hashtag/Sentinel1?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Sentinel1</a> ️ captures from yesterday 09 Feb., last week 05 Feb. and 01 Oct., 4 months ago, when large cracks became apparent. <a href="https://t.co/iubE8JffVR">pic.twitter.com/iubE8JffVR</a></p>&mdash; Copernicus EU (@CopernicusEU) <a href="https://twitter.com/CopernicusEU/status/1226794875934384128?ref_src=twsrc%5Etfw">February 10, 2020</a></blockquote> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
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<div class="content">Dados preocupantes </div>
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“O Evento por si só não é um problema, descolamentos de gelo acontecem, porém, sabemos que essas geleiras estão derretendo em larga escala e ficando mais fracas por conta do aquecimento da água", afirma Dr. Luckmann, responsável pelo monitoramento das geleiras no Instituto Copernicus.</p>
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Segundo o instituto, a temperatura do mar da Antártica chegou a atingir o recorde de 18 graus célsius, o que pode significar uma mudança permanente no clima da região e aumentar o nível do mar, o que afetaria todas as regiões costeiras do planeta.</p>
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Os deslocamentos já ocorreram em outros períodos, mas a frequência aumentou significativamente. Os maiores foram em 2001, 2007, 2013, 2015, 2017 e 2018 de acordo com o Instituto Copernicus.</p>
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<em>*Estagiário </em><strong>R7</strong><em>, sob supervisão de Pablo Marques</em></p>
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fontes: Urandir News & Record Tecnologia www.r7.com