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<div><img src="https://img.r7.com/images/hacker-05122019160209361?dimensions=660×440&no_crop=true"><p>O vazamento de dados é um preocupação tanto de empresas quanto de usuários. A privacidade na rede é algo que está sendo aprimoranda e regulamentada para impedir que dados sigilosos sejam acessados indevidamente por cibercriminosos. O diretor de tecnologia da Flipside, Anderson Ramos, aponta como um dos motivos dos vazamentos a desatenção dos funcionários ao clicar em links suspeitos e até ao publicar fotos que podem fornecer informações importantes para um ataque virtual. Veja 5 dicas para ficar a tento e manter dados mais protegidos</p></div><div><img src="https://img.r7.com/images/vazamentos-05122019161144220?dimensions=660×440&no_crop=true"><p>1. Um comportamento que pode contribuir para um vazamento de dados é clicar em links suspeitos recebidos por e-mail.&nbsp;&nbsp;<br><br>"Abrir arquivos desconhecidos
e guardar documentos pessoais ou que envolvam a empresa nos smartphones, não são atitudes indicadas para manter a segurança de dados. Esses cuidados, quando envolvem o ambiente corporativo, devem ser ainda mais rígidos em todos os setores da empresa", diz o especialista</p></div><div><img src="https://img.r7.com/images/vazamentos-05122019161327194?dimensions=660×440&no_crop=true"><p>Gestores relatam que 52% dos incidentes de segurança em 2019 foram causados por desatenção e cliques indevidos em links inseguros recebidos via e-mail, SMS e redes sociais, segundo levantamento da 4ª Pesquisa Nacional Sobre Conscientização Corporativa em Segurança da Informação, realizada pela Flipside<br></p></div><div><img src="https://img.r7.com/images/vazamentos-05122019161144357?dimensions=660×440&no_crop=true"><p>2. Usar senhas de acesso é uma barreira de segurança simples, mas que pode ajudar bastante na proteção de dados das empresas. Ramos sugere criar combinações mais complexas para dificultar ainda mais a ação de criminosos.&nbsp;&nbsp;<br><br>"É fundamental manter um bloqueio de tela, seja com senhas
contendo números e letras, reconhecimento facial ou biometria. Em locais públicos a atenção deve ser redobrada para evitar que alguém veja e copie esse procedimento."</p></div><div><img src="https://img.r7.com/images/vazamentos-05122019161144470?dimensions=660×440&no_crop=true"><p>3. O smartphone é usado para se comunicar por aplicativos de mensagens e também para registrar momentos, mesmo no ambiente de trabalho. Uma orientação é ter atenção ao postar essas fotos nas redes sociais para que não revelar informações
essenciais para um cibercriminoso, como fotos de crachás, telas de computador e documentos com nomes de áreas e cargos</p></div><div><img src="https://img.r7.com/images/vazamentos-05122019161144596?dimensions=660×440&no_crop=true"><p>4. Com o uso do celular para questões pessoais e profissionais, o uso de uma conexão pública de Wi-Fi pode ser um risco para os dados da empresa e uma brecha para a ação de criminosos.&nbsp;<br>"O ideal é evitar a conexão em Wi-Fi público e não informar dados sigilosos em sites que os solicitam para estabelecer conexão. Utilizar redes de navegação particulares é a melhor opção, mas caso seja necessário o uso de um Wi-Fi compartilhado, tenha uma VPN
ativada no aparelho para dificultar os ataques cibernéticos" orienta o diretor da Flipside</p></div><div><img src="https://img.r7.com/images/vazamentos-05122019161144705?dimensions=660×440&no_crop=true"><p>5. Outro comportamento de risco é acessar sites que não oferecem proteção aos dados dos usuários e baixar aplicativos disponibilizados fora da Google Play e da App Store.&nbsp;<br>"Esse comportamento do usuário dá a oportunidade para que os cibercriminosos consigam invadir seu aparelho, podendo ser vítima de cobranças indevidas, espionagem de atividades realizadas em tempo real,
além de ter a possibilidade de alguém se passar pelo responsável para realizar golpes", explica o especialista</p></div>

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fontes: Urandir News & Record Tecnologia www.r7.com