Tecnologia & Ciencia – Urandir – Just True News

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<span class="legend_box ">Descobertas maneiras de tirar HIV do esconderijo</span>
<span class="credit_box ">Thinkstock</span>
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Uma das características do <a href="https://noticias.r7.com/saude/135-mil-brasileiros-vivem-com-hiv-sem-saber-diz-ministerio-29112019"><strong>vírus HIV</strong></a> é que ele consegue "fugir" do sistema imunológico, escondendo-se de forma inativa nas células infectadas (a chamada latência viral), o que é o maior obstáculo para sua eliminação completa dos organismos infectados. Dois estudos divulgados nesta quarta-feira (22) pela <a href="https://www.nature.com/articles/d41586-020-00010-x"><strong>revista científica Nature</strong></a> trazem descobertas que podem mudar esse cenário.</p>
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<strong>Leia mais: <a href="https://noticias.r7.com/saude/cientistas-conseguem-eliminar-o-hiv-de-todo-o-genoma-pela-1-vez-02072019">Cientistas conseguem eliminar o HIV de todo o genoma pela 1ª vez</a></strong></p>
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Cientistas das universidades da Carolina do Norte e Emory descobriram formas de reativar o vírus latente, potencialmente tornando-o vulnerável para ser eliminado pelo sistema imunológico.</p>

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Atualmente, o tratamento para portadores de HIV se baseia na chamada terapia antirretroviral, que limita a infecção e deixa o vírus "escondido" nas células T CD4 +, não podendo ser detectado pelo sistema imunológico.</p>
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<strong>Leia mais: <a href="http://www.r7.com/retrospectiva-2019/brasil-termina-2019-com-desafio-de-frear-avanco-do-hiv-entre-jovens-30122019">Brasil tem desafio de frear avanço do HIV entre jovens</a></strong></p>
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A teoria por trás das novas pesquisas se baseia no uso de medicamentos que invertem essa latência e podem aumentar a expressão do gene viral, tornando as células virais vulneráveis ​​à eliminação pelo  sistema imunológico. Os testes foram feitos em camundongos e macacos que recebiam terapia antirretroviral.</p>
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No <a href="https://www.nature.com/articles/s41586-020-1951-3"><strong>primeiro estudo</strong></a>, foi usado um medicamento chamado AZD5582, inicialmente criado para tratar o câncer e é capaz de ativar o vírus HIV latente.</p>
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No <a href="https://www.nature.com/articles/s41586-020-1946-0"><strong>segundo estudo</strong></a>, foi usada uma abordagem  diferente, combinando duas intervenções imunológicas. Os cientistas injetaram um anticorpo para limpar as células T CD8 +,  importantes para controlar a infecção. Em seguida, aplicaram uma versão alterada da citocina IL-15 para mostrar que essa combinação fez com que o RNA viral aparecesse no sangue e nos tecidos onde anteriormente não havia sido detectado.</p>
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"Esta é uma conquista científica emocionante, e esperamos que seja um passo importante para um dia erradicar o vírus em pessoas vivendo com HIV", disse Ann Chahroudi, uma das pesquisadoras da Universidade de Emory.</p>
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Ainda não se sabe se os resultados podem ser replicados em humanos, mas as pesquisas reprsentam um importante avanço no conhecimento sobre o HIV e as formas como o vírus pode ser manuipulado.</p>

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fontes: Urandir News & Record Tecnologia www.r7.com