Saúde – Urandir & Just-True News

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<img class="croppable" src="https://img.r7.com/images/burnout-13012020123747877?dimensions=460×305" title="Médico alerta para importância de prevenir o burnout" alt="Médico alerta para importância de prevenir o burnout" />
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<span class="legend_box ">Médico alerta para importância de prevenir o burnout</span>
<span class="credit_box ">Freepik</span>
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Um estudo da Sociedade Europeia de Cardiologia, publicado nesta segunda-feira (13) no <em>Jornal Europeu de Cardiologia Preventiva</em>, relaciona o <a href="https://noticias.r7.com/saude/tres-sinais-de-que-voce-pode-ter-sindrome-de-burnout-26122019" target="_blank"><strong>burnout (esgotamento físico e mental ligado à vida profissional)</strong></a> ao desenvolvimento de arritmia cardíaca.</p>
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Durante 25 anos, os pesquisadores acompanharam 11 mil indivíduos, alguns deles com registro de exaustão vital, raiva, uso de antidepressivos e baixo apoio social.</p>
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<strong>Leia também: <a href="https://noticias.r7.com/saude/esgotamento-profissional-entra-para-a-lista-de-doencas-da-oms-28052019" target="_blank">Esgotamento profissional entra para a lista de doenças da OMS</a></strong></p>
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Os participantes com os níveis mais altos de exaustão vital apresentaram um risco 20% maior de desenvolver fibrilação atrial ao longo do acompanhamento, em comparação com aqueles com pouca ou nenhuma evidência de exaustão vital.</p>
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A fibrilação atrial é a forma mais comum de arritmia cardíaca. Estima-se que 17 milhões de pessoas na Europa e 10 milhões nos EUA tenham essa condição até o próximo ano, aumentando o risco de ataque cardíaco, derrame e morte.</p>
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Embora sejam necessários mais estudos para entender melhor a relação observada, um dos autores do estudo, o médico Parveen K. Garg, da Universidade do Sul da Califórnia em Los Angeles, explica que dois mecanismos provavelmente têm influência.</p>
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"A exaustão vital está associada ao aumento da inflamação e à ativação aumentada da resposta fisiológica ao estresse do corpo. Quando essas duas coisas são acionadas cronicamente, podem ter efeitos sérios e prejudiciais no tecido cardíaco, o que pode levar ao desenvolvimento dessa arritmia."</p>
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Segundo Garg, os resultados servem de alerta para a prevenção de problemas relacionados ao estresse crônico e ao esgotamento físico e mental de indivíduos.</p>
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"Já se sabe que a exaustão aumenta o risco de doenças cardiovasculares, incluindo ataque cardíaco e derrame. Agora relatamos que também pode aumentar o risco de desenvolver fibrilação atrial, uma arritmia cardíaca potencialmente grave."</p>

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fonte: R7 Saúde r7.com