Saúde – Urandir & Just-True News

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<span class="legend_box ">Pequim tem movimento normal nas ruas, lotadas de pessoas usando máscaras</span>
<span class="credit_box ">Wu Hong / EFE-EPA – 7.4.2020</span>
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A China começa a voltar ao seu ritmo normal, depois de quase três meses de restrições severas de mobilidade e vigilância extrema para conter a propagação do <a href="https://noticias.r7.com/saude/novo-coronavirus" target="_blank"><strong>novo coronavírus</strong></a> no país, ao mesmo tempo em que registra queda constante no número de casos ativos de covid-19. Isso significa que o número de novos casos diagnosticados tem sido menor do que o de pacientes que recebem alta do tratamento para a doença.</p>
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As autoridades chinesas também comemoraram o primeiro dia desde o início do surto sem<a href="https://noticias.r7.com/saude/china-nao-registra-mortes-por-covid-19-pela-primeira-vez-07042020" target="_blank"><strong> nenhuma morte provocada por coronavírus</strong></a>.</p>
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De acordo com as autoridades chinesas, o país tem hoje 1.242 casos ativos, dos quais 211 estão em estado grave — o menor número desde janeiro. A preocupação de momento é com casos importados de covid-19, que continuam sendo registrados, ainda que em número pequeno. Na segunda-feira, foram 39 novos casos (sendo apenas um de contágio interno), enquanto na terça-feira foram 32 (todos de pessoas que voltaram de viagem do exterior).</p>
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Já em Wuhan, desde o dia 18 de março, apenas dois novos casos da doença foram registrados. A cidade, que é considerada o primeiro epicentro da pandemia de covid-19, sairá na quarta-feira (8) da quarentena total imposta em 23 de janeiro.</p>
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"Que não haja novos casos não significa que estamos com risco zero [para o surto de coronavírus] em Wuhan. A tarefas de prevenção e controle seguem sendo fundamentais", disse nesta terça-feira Hu Shuguang, do comando de prevenção e controle epidêmicos da cidade chinesa.</p>

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<div class="content">Quarentena em Wuhan termina na quarta (8)</div>
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Nesta quarte-feira, serão levantadas 75 barreiras nas estradas que saem de Wuhan, permitindo que pessoas possam entrar e sair da cidade. Oitenta trens também estão a postos na estação central para levar passageiros a outras localidades chinesas.</p>
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Ainda assim, os "muros amarelos" construídos dentro da cidade para limitar o trânsito de pessoas seguem de pé. Para passar por eles, ainda é necessário apresentar um certificado de saúde.</p>
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Em Pequim, com o comércio reabrindo, o movimento nas ruas começa a voltar ao normal. Ainda assim, a polícia e autoridades sanitárias fazem checagens de temperatura e a grande maioria das pessoas circula pela capital chinesa usando máscaras.</p>
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Outras cidades, como Ghuangzhou, também retomaram o ritmo normal, apesar da grande presença de pessoas com máscaras nas ruas e da preocupação com a manutenção de medidas de prevenção.</p>

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fonte: R7 Saúde r7.com