Saúde – Urandir & Just-True News

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<img class="croppable" src="https://img.r7.com/images/cannabis-03122019143410952?dimensions=460×305" title="Aprovação se deu por unanimidade do colegiado" alt="Aprovação se deu por unanimidade do colegiado" />
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<span class="legend_box ">Aprovação se deu por unanimidade do colegiado</span>
<span class="credit_box ">Freepik</span>
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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou, nesta terça-feira (3), por unanimidade, a regulamentação do registro e da venda de medicamentos à base da maconha em farmácias e drogarias no Brasil.</p>
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A norma entrará em vigor em 90 dias e, segundo a agência, deve melhorar a vida de milhões de pacientes que dependem de medicamentos a base de Cannabis.</p>
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Os diretores da Anvisa iniciaram, ainda pela manhã, uma segunda votação, que discute a liberação do plantio da maconha no território Brasileiro para uso medicinal.</p>
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A decisão da Anvisa cria uma nova classe de produtos no mercado de medicamentos do Brasil: a de produtos à base de Cannabis, termo que vem sendo utilizado internacionalmente.</p>
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A proposta aprovada enumera os requisitos necessários para a regularização dos medicamentos à base de maconha no País, estabelecendo parâmetros de qualidade.</p>
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A RCD (Resolução da Diretoria Colegiada) deverá passar por uma reavaliação em até três anos. </p>
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Segundo a proposta aprovada pela agência, as empresas não devem abandonar as pesquisas de comprovação de eficácia e segurança das formulações, uma vez que as propostas para produtos à base de Cannabis se assemelham aos procedimentos dos medicamentos tradicionais.</p>
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O regulamento agora aprovado exige que a empresa interessada em fabricar medicamentos à base de maconha tenha autorizações de funcionamento específicas, além de certificado de boas práticas de fabricação emitido pela Anvisa.</p>
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A proposta aprovada prevê que os medicamentos à base de Cannabis devem ser vendidos exclusivamente em farmácias ou drogarias (mediante a apresentação de receita médica).</p>
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Os fabricantes que optarem por importar o substrato da Cannabis para fabricação do produto deverão, segundo a Anvisa, realizar a importação da matéria prima semielaborada. Ou seja, a empresa não pode importar a planta ou parte dela.</p>

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fonte: R7 Saúde r7.com