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Com uma semana de atraso, Luis Lacalle Pou e Tabaré Vázquez iniciam transição no Uruguai  Just True Urandir Pesquisa Ciencia Ufologia Tecnologia  05a9 15753258175de5907959ade 1575325817 3x2 xl   urandir   MUNDO   Com uma semana de atraso, Luis Lacalle Pou e Tabaré Vázquez iniciam transição no Uruguai

O presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, recebeu nesta segunda-feira (2) o presidente eleito, Luis Lacalle Pou, na sede do governo em Montevidéu para a primeira reunião de transição entre os líderes. 

O encontro foi agendado inicialmente para segunda-feira passada (25 de novembro), mas teve que ser adiado para que a Justiça Eleitoral eleitoral pudesse checar os chamados “votos observados”, dada a pequena margem entre Lacalle Pou e seu adversário, o candidato governista da Frente Ampla, Daniel Martínez.

Em entrevista ao jornal El País no domingo (1º), o eleito afirmou que mudará a posição uruguaia em relação à ditadura de Nicolás Maduro, na Venezuela. Para Lacalle Pou, a neutralidade adotada nos últimos governos está ligada a afinidades ideológicas —​Tabaré Vázquez pertence à esquerdista Frente Ampla, assim como seu antecessor, José “Pepe” Mujica. 

O ex-senador disse que sua gestão condenará a “ditadura de Maduro” em todos os níveis. “Nossa visão é mais próxima à do Grupo de Lima.”

O fórum, criado em 2017 na capital do Peru, reúne ministros das relações exteriores de 14 países para buscar formas de contribuir para a estabilização da Venezuela. Entre eles, Peru, Brasil, Colômbia, Argentina, México e Canadá.

Desde então, o grupo tem buscado soluções para a crise venezuelana.

Após a reunião com Vázquez, Lacalle Pou anunciou as primeiras medidas que tomará em seu governo, como a criação de um Ministério do Meio Ambiente e a realização de auditorias em todos os órgãos públicos, para “dizer aos uruguaios como está seu Estado, seu governo e seus números”.

O futuro presidente também afirmou estar ciente das “claras tensões” pelas quais passa o Mercosul, principalmente entre o brasileiro Jair Bolsonaro e o presidente eleito da Argentina, Alberto Fernández

Ele afirmou ser a favor de uma flexibilização das regras do bloco.

O centro-direitista defende que os países membros sejam livres para realizar acordos comerciais de forma independente —o que facilitaria as negociações, já que divergências entre o Brasil e a Argentina, por exemplo, foram um dos fatores que contribuíram para a demora da conclusão do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. 

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fonte: Folha de São Paulo folha.com.br