Just True Notícias by Urandir News 2016

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<img class="croppable" src="https://img.r7.com/images/maia-alcolumbre-e-paulo-guedes-18122019120155624?dimensions=460×305" title="Rodrigo Maia (à esquerda), Davi Alcolumbre e Paulo Guedes (à direita)" alt="Rodrigo Maia (à esquerda), Davi Alcolumbre e Paulo Guedes (à direita)" />
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<span class="legend_box ">Rodrigo Maia (à esquerda), Davi Alcolumbre e Paulo Guedes (à direita)</span>
<span class="credit_box ">Adriano Machado/Reuters</span>
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A votação do projeto de socorro emergencial do governo a estados e municípios fez romper a relação do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com o ministro da Economia, Paulo Guedes. Os dois não têm mais contato, como revelou o próprio presidente Jair Bolsonaro em entrevista após a demissão de Luiz Henrique Mandetta do cargo de ministro da Saúde.</p>
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Guedes está convencido que Maia trabalha para "explodir" as finanças de Bolsonaro e inviabilizar uma recuperação econômica do país numa articulação com os dois principais adversários do presidente: os governadores João Doria (São Paulo) e Wilson Witzel (Rio de Janeiro).</p>
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A auxiliares e amigos, Guedes tem repetido nas últimas semanas que o governo não vai financiar o que chama de "farra eleitoral" com disfarce de combate à covid-19.</p>
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O ministro compartilha da visão do presidente, que, em entrevista, acusou Maia de querer dar um golpe político no governo ao colocar os governadores contra Bolsonaro e posar de "primeiro-ministro".</p>
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<strong>Leia também: <a href="https://noticias.r7.com/economia/guedes-vai-defender-atuacao-do-fmi-para-paises-em-desenvolvimento-14042020">Guedes vai defender atuação do FMI para países em desenvolvimento</a></strong></p>
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O presidente da Câmara, por outro lado, reclama que a equipe de Guedes se valeu de números "fakes" para impedir uma ajuda mais do que necessária aos governadores e prefeitos.</p>
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Numa das últimas mensagens trocadas com Maia, o ministro mandou uma mensagem pelo celular acompanhada de artigo dos economistas Marcos Lisboa e Marcos Mendes alertando para o problema que a proposta de ajuda aos estados poderia gerar. A resposta do outro lado: "Está tudo tranquilo. Eu vou aprovar".</p>
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Guedes disse que não havia acordo. "Daqui não passo", declarou o ministro da Economia, que vem chamando o projeto da Câmara de "arrombamento geral da República".</p>
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<strong>Leia também: <a href="https://noticias.r7.com/brasil/maia-diz-que-governo-deve-assumir-recomposicao-de-icms-e-iss-13042020">Maia diz que governo deve assumir recomposição de ICMS e ISS</a></strong></p>
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Mesmo com a articulação do governo, no Senado não houve acordo para votação essa semana, principalmente depois que 25 governadores pediram em carta que os senadores aprovassem integralmente o projeto.</p>

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